Thursday, May 15, 2008

Escolhi este poema, porque foi o que mais se identificou comigo. Todos os poemas da Florbela Espanca são impecáveis e foi um problema escolher um deles mas, este foi um dos meus favoritos.
Espero que gostem tanto do poema, como eu gostei.
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Título: “Amiga”
Autor: Florbela Espanca
Livro: Sonetos

 

Amiga

 

Deixa-me ser tua amiga, Amor,
A tua amiga só, já que não queres
Que pelo teu amor seja a melhor,
A mais triste de todas as mulheres.

 

Que só, de ti, me venha mágoa e dor
Os beijos que sonhei prá minha boca!…
O que me importa a mim?! O que quiseres
É sempre um sonho bom! Seja o que for,
Bendito sejas tu por mo dizeres!

 

Beija-me as mãos, Amor, devagarinho…
Como se os dois nascêssemos irmãos,
Aves cantando, ao sol, no mesmo ninho…

 

Beija-me bem!… Que fantasia louca
Guardar assim, fechados, nestas mãos,
Os beijos que sonhei prá minha boca!…

 

 

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Thursday, April 17, 2008

Dia Mundial do Livro

Nos livros estão todos professores, todos os pais, todos os amigos…

Noémia Matos

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Thursday, March 6, 2008

Um homem com um garfo numa terra de sopas


Pg.13/14
Autor: Jordi Sierra I Fabra
Editora: Âmbar

    “ Pela escotilha do avião e à distância, debaixo dele, via-se a terra multicolor, umas vezes com predomínio dos ocres mais pálidos, outras com os castanhos mais escuros e secos, e outras vezes avermelhada e erma, lavrada e delimitada pelos troços dos caminhos ou das estradas, os canais ou os simples limites dos campos. Não havia nem uma única nuvem. O anticiclone devia estar instalado a meio da Península. E, assim, a paisagem era de uma constante, embora mutável beleza.”

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Thursday, February 28, 2008

Queimada Viva

Chamava-se Souad, era uma menina nova e muito humilde. Vivia na Cisjordânia, numa aldeia onde as mulheres eram discriminadas, maltratadas, onde não podiam andar sozinhas nas ruas, nem se maquilhar. Cada uma, tinha que esperar que a irmã mais velha casasse para poder casar. Se alguma se atrevesse a perder a virgindade antes de casar, era morta. Souad estava apaixonada, mas tinha que esperar pela irmã mais velha para casar. Naquela aldeia, os noivos, em troca das raparigas tinham que dar ouro aos pais da noiva para se casarem. Era um inferno maior, cada dia que passava. Um dia, Souad envolveu – se com o rapaz de quem tanto gostava, porque ele lhe prometera casamento. Souad engravidou, os pais dela descobriram e pediram ao genro para a queimar viva. Um dia em que Souad estava em casa, o genro apareceu e tentou queimá-la, encheu-a de gasolina e acendeu um fósforo atirando-o para cima dela. A rapariga fugiu e uma amiga ajudou-a. Passado algum tempo Souad encontrava-se num hospital com dores horríveis e um cheiro imundo a queimado. Em volta dela estavam algumas enfermeiras a cuidar dela, Souad queria morrer para não ter que sofrer aquilo tudo. A amiga que a ajudou e levou para o hospital aparecera antes de anoitecer para visitar a rapariga e dizer-lhe que não sabiam nada do pai do seu filho. Mudando de assunto a amiga de Souad fez lhe uma proposta de ir para Londres e começar uma vida nova longe daquela aldeia miserável e assustadora. Souad aceitou e disse que não via a hora feliz, sem medo de viver a vida e com muito amor para dar á sua família. de sair dali. Passaram alguns meses até a rapariga se ir embora. Finalmente no dia em que isso acontecera Souad decidiu que não queria mais pensar naqueles anos de terror. Já em Londres, ela foi levada pela amiga para casa de uns senhores que passaram a ser os pais adoptivos de Souad e de seu filho. Souad decidiu que queria que os seus pais adoptivos ficassem com seu filho, porque a rapariga que agora já era mulher, casada e com 2 filhas queria deixar tudo para trás das costas e dedicar-se á sua família. Mas, certo dia a mulher queria conhecer o seu filho que nunca viu crescer e marcou um encontro entre os 2 mas, ela não sabia como ter uma conversa como o filho que há alguns anos tinha deixado com outra família. Falou com ele e explicou – lhe as razões que a levaram a deixá- lo, o filho compreendeu que aqueles anos não deviam ter sido fáceis e perdoou-a. Souad ficou muito feliz e passou a ter uma vida que sempre sonhou ter. Chamava-se Souad, era uma menina nova e muito humilde. Vivia na Cisjordânia, numa aldeia onde as mulheres eram discriminadas, maltratadas, onde não podiam andar sozinhas nas ruas, nem se maquilhar. Cada uma, tinha que esperar que a irmã mais velha casasse para poder casar. Se alguma se atrevesse a perder a virgindade antes de casar, era morta. Souad estava apaixonada, mas tinha que esperar pela irmã mais velha para casar. Naquela aldeia, os noivos, em troca das raparigas tinham que dar ouro aos pais da noiva para se casarem. Era um inferno maior, cada dia que passava. Um dia, Souad envolveu – se com o rapaz de quem tanto gostava, porque ele lhe prometera casamento. Souad engravidou, os pais dela descobriram e pediram ao genro para a queimar viva. Um dia em que Souad estava em casa, o genro apareceu e tentou queimá-la, encheu-a de gasolina e acendeu um fósforo atirando-o para cima dela. A rapariga fugiu e uma amiga ajudou-a. Passado algum tempo Souad encontrava-se num hospital com dores horríveis e um cheiro imundo a queimado. Em volta dela estavam algumas enfermeiras a cuidar dela, Souad queria morrer para não ter que sofrer aquilo tudo. A amiga que a ajudou e levou para o hospital aparecera antes de anoitecer para visitar a rapariga e dizer-lhe que não sabiam nada do pai do seu filho. Mudando de assunto a amiga de Souad fez lhe uma proposta de ir para Londres e começar uma vida nova longe daquela aldeia miserável e assustadora. Souad aceitou e disse que não via a hora feliz, sem medo de viver a vida e com muito amor para dar á sua família. de sair dali. Passaram alguns meses até a rapariga se ir embora. Finalmente no dia em que isso acontecera Souad decidiu que não queria mais pensar naqueles anos de terror. Já em Londres, ela foi levada pela amiga para casa de uns senhores que passaram a ser os pais adoptivos de Souad e de seu filho. Souad decidiu que queria que os seus pais adoptivos ficassem com seu filho, porque a rapariga que agora já era mulher, casada e com 2 filhas queria deixar tudo para trás das costas e dedicar-se á sua família. Mas, certo dia a mulher queria conhecer o seu filho que nunca viu crescer e marcou um encontro entre os 2 mas, ela não sabia como ter uma conversa como o filho que há alguns anos tinha deixado com outra família. Falou com ele e explicou – lhe as razões que a levaram a deixá- lo, o filho compreendeu que aqueles anos não deviam ter sido fáceis e perdoou-a. Souad ficou muito feliz e passou a ter uma vida que sempre sonhou ter.
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Thursday, January 17, 2008

Sexta-Feira ou a vida selvagem


 

  • Apresentação de todas as personagens

 
Nomes

  • Robinson
  • Sexta-Feira
  • Tenn
  • Anda
  • Andoar
  • Domingo

 

Nacionalidade

  • Robinson-Inglesa
  • Tenn- Inglesa
  • Sexta-feira-Indiana
  • Domingos-Estónia

 

Posição Social

  • Robinson-Marinheiro
  • Sexta-Feira-Índia
  • Domingo-Marinheiro

 

Aspectos do seu carácter

  • Robinson não era vaidoso, era amável com Sexta-Feira e gostava de ser ele a mandar na ilha.
  • Sexta-Feira era o criado de Robinson. Um homem dedicado e sempre com prazer de fazer as coisas. Vem de outros costumes diferentes dos daquela ilha.

 

Retrato físico
        Robinson tinha barba comprida, tinha muitas mais rugas e era ruivo.
        Sexta-Feira não muito alto mas esguio e sua pele eram escuras e assemelhava-se a um negro.
        Anda era uma cabra muito nova, branca, ainda sem chifres.
        Andoar, tinha uns olhos oblongos e dourados, tinha umas barbichas finas e sedosas e uns cornos grandes e anelados.
        Domingo era uma criança, estava magra e tinha as costas estriadas com marcas ensanguentadas. Os cabelos, formavam uma emaranhada vermelha e tinha ombros finos e semeados de sardas.

 

 

Gostos

 

        Robinson gostava de se despir e deixar-se escorregar para a lama fresca, mantendo á superfície apenas a nariz, os olhos e a boca. Robinson não gostava de rodelas de serpente com uma guarnição de gafanhotos como Sexta-Feira cozinhava. Robinson também gostava de navegar. Robinson também gostava de saltar de rochedo em rochedo, de tronco em tronco, de declive em declive.
        Sexta-Feira gostava de atirar bolas ás pernas das cabras que queria imobilizar para tratar delas, ordenhá-las, ou matá-las. Sexta-Feira gostava de dançar pela praia, mas o que gostava mais era da companhia de Anda, a sua cabra. Sexta-Feira também gostou do whitebird, o barco que apareceu na ilha.
        Tenn gostava da companhia de Robinson e Sexta-Feira. Adorava brincar com Sexta-Feira e de dormir com ele abraçado diante da porta.
        Anda gostava de comer erva bem cheirosa e beber a água fresca que Sexta-Feira lhe dava. A cabra também gostava de correr, de saltar de rochedo em rochedo atrás de Sexta-Feira. O que Anda não gostava era de pastar sozinha, só comia se Sexta-Feira lhe desse á mão.

 

Vestuário
        Robinson vestia-se todas as noites para jantar com casaca, calções juntos e compridos, chapéu, meias e sapatos.
        Sexta-Feira era o índio e vestia-se com umas velhas calças de marinheiro.
        Domingo tem uma forma humana, meia nua.

 

 

Relacionamento com as outras personagens
        Robinson relacionava-se bem com os outros elementos do ilha. De vez enquando sentia alguns ciúmes de Tenn e de Sexta-Feira porque davam-se muito bem. Outras vezes resmungava muita com Sexta-Feira, mas eles gostavam um do outro. Robinson gostava muito do seu cão  chamada Tenn porque foi ele que fez sorrir Robinson pela 1º vez á muito tempo e incitou-o a construir uma verdadeira casa, para não continuar a dormir a um conto da gruta.
        Sexta-Feira dava-se bem com quase toda a gente que habitava aquela ilha menos com o Andoar. Sexta-Feira gostava muito de Tenn, de Robinson, de Anda, de todos os animais menos Andoar, porque lhe queria roubar Anda. Teve lutas com Andoar, até que o bode acabou por morrer a salvar Sexta-Feira.
        Tenn gostava muito de dormir com Sexta-Feira á beira da porta. Tinha uma boa relação com ele. A relação que o cão tinha com Robinson também era boa, Tenn era fiel ao seu antigo dono e ficou muito alegre quando o encontrou de novo depois do naufrágio.
        Anda era cabra muito nova quando encontrou Sexta – Feira, que a ajudou a voltar a andar, por isso agarrou-se muito ao Índio e não podia passar sem ele. Anda com Robinson e Tenn não tinha nenhuma relação, pois não os conhecia tão bem como a Sexta-Feira.
        Andoar não gostava de Sexta-Feira porque andava sempre a meter-se com ele e queria sempre lutar contra o bode. Com Anda, Andoar gostava de estar, até lhe dava a comida na boca.
        Domingo não conheceu muito bem Sexta-Feira por isso não tinha uma opinião formada dele. De Robinson, Domingo achava que era um homem bondoso e gostou dele desde que o viu, por isso ficou na lha com ele.

 

Relação com os animais
        Robinson dava-se mais ou menos com os animais da ilha. Só gostava realmente de Tenn que sempre esteve com ele e nunca o abandonou, sendo-lhe sempre fiel. Robinson também não gostava dos papagaios que o imitavam sempre.
        Sexta-Feira gostava de todos os animais excluindo Andoar, de quem tinha ciúmes por causa de Anda. Anda era cabra de quem Sexta-Feira gostava mais do que todos os animais da ilha, eram inseparáveis.
        Tenn não conhecia todos os animais daquela ilha mas não gostava especialmente dos papagaios.
        Anda gostava de Andoar, o mais belo bode da ilha, dava-se muito bem com ele. Com os outros animais Anda não andava muito, por isso não os conhecia bem.
         Andoar dava-se normalmente com todos as animais que ali habitavam.
        Domingo não teve oportunidade de estar com algum animal.

 

Razões para estarem na ilha
        Robinson antes da explosão habitava na ilha porque não conseguia  sair dali, mas também porque gostava de ser ele a comandar tudo. Depois da explosão Robinson não quis sair daquela ilha no whitebird, porque os homens daquele navio era o enviado de uma civilização á qual não queria voltar. Sentia-se jovem, belo e forte, e se partisse tornaria-se um velho, de cabelos grisalhos e também estúpido e mau, por isso não partiu e continuou fiel á vida que Sexta-Feira lhe ensinara.
        Sexta-Feira estava na ilha antes da explosão porque gostava de estar ali com Robinson, mas depois da explosão partiu no whitebird porque ficara fascinado com aquele novo brinquedo.
        Tenn esteve sempre com Robinson e Sexta-Feira porque gostava deles. Mas depois morreu na explosão.
        Domingo ficou na ilha com Robinson porque não gostava de estar naquele navio onde o tratavam mal.

 

Civilização
         A civilização é o estágio da cultura social e da civilidade de um agrupamento humano caracterizado pelo progresso social, científico, político, económico e artístico. Quanto maior a civilidade e mais evoluída uma nação, maior é o seu grau de civilização. O vocábulo deriva do latim civita que designava cidade e civile (civil) o seu habitante.
         A civilização é um processo social em si, inerente aos grupamentos humanos que tendem sempre a evoluir com a variação das disponibilidades económicas, principalmente alimentares e sua decorrente competição por estes com os grupamentos vizinhos. Alguns historiadores têm defendido que o surgimento de grandes civilizações sempre depende do progressivo acumulo de recursos naturais por um determinado grupo étnico e tem por detonador o acumulo de poder bélico nas mãos de certos líderes e suas famílias. A hegemonia de tais grupos sobre outros acaba sempre influenciando culturalmente toda a região e o produto, invariavelmente, redunda em um novo regramento social, impressionantes construções e a produção de obras de arte numa etapa posterior.

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Thursday, December 6, 2007

continuação

Continuação

Página: 42 até 64 21/11/07

Viagem à roda do meu nome

Estávamos todos sentados a olhar para as janelas, o que não era habitual, porque a professora de Geografia quando entrava na sala, rezava para que a escola não caísse. A aula estava a ser uma seca, e eu não estava a prestar atenção nenhuma ao que o professor dizia.

Tocou, saímos da aula todos contentes, o motivo, eu não sabia e nem me atrevi a perguntar à professora, porque já sabia que a professora me ia passar um raspanete por não ter estado atenta à aula. Fui perguntar à Luísa e ela explicou – me que a escola ia fechar por motivos de segurança. Ao portão perguntei a Luísa se queria vir explorar o sótão da minha casa à tarde, e ela aceitou.

Cheguei a casa mas não estava ninguém, lanchei e depois fui brincar com o e meu gato.

A campainha tocou, fui abrir e Luísa entrou muito depressa perguntando onde era o sótão. Fiquei com cara de parvo porque não existia sótão nenhum, expliquei isso a Luísa e ela muito zangada, fugiu por porta fora.

                                                                                                     Continua

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Thursday, November 22, 2007

Viagem à roda do meu nome

Continuação

Página.33 até 41 20/11/07

 

 

Viagem à roda do meu nome

 

    Quando cheguei à escola no dia a seguir, estava Luísa à beira do portão, e eu fiz de conta que não tinha reparado. Quando vi o Daniel, disse para irmos jogar à bola, ele foi busca – la e depois de umas palavras trocadas com Luísa, ela fugiu, e eu fui atrás dela, dizendo ao Daniel que jogaríamos mais tarde ao fim da aula de geografia. Quando encontrei Luísa, ela pediu – me desculpa pelo comportamento que tem tido nos últimos tempos. De repente puxei – a para dentro da sala antes que Daniel descobrisse que não havia aula de Geografia.   

 

 

 

 

                                                                                       Continua

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Tuesday, November 20, 2007

Viagem à roda do meu nome

Autora: Alice Vieira

Título: Viagem à roda do meu nome

Editora: Caminho

 

 

Pg.1 à 31 Data: 09/11/07 

 

 

 

Viagem à roda do meu nome

 

Tínhamos combinado que quando a menina nascesse se chamaria Anelíse. A mãe tinha tirado essa ideia de um livro que andava a ler, em que a menina era a personagem principal, e andava desesperada á procura da sua cara-metade.
O pai não gostava muito da ideia porque queria que se chamasse Constança como na sua família, e a avó então nem se fala. Num dia em que a mãe estava quase a acabar o livro decidiu que não se chamaria Anelíse mas sim Sílvia, o pai aceitou porque sempre era melhor de que o outro nome.
Estavam todos a jantar quando a mãe se sentiu mal e foram todos a correr para o hospital. Nasceu um menino a quem lhe puseram o nome de Abílio. Num dia em que as aulas já tinham acabado, a tia Constância foi – me buscar á escola a chamar “ Abílio, Abílio”, toda a gente gozou comigo, foi uma vergonha. Fui a correr para casa, como se tivesse fogo no rabo.
Ao jantar disse a toda a família que Abílio tinha morrido e que eu era o luís, ao princípio riram – se mas fizeram o que eu pedi.

 

                                                                                       Continua

 

 

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Thursday, October 25, 2007

concorrência

Concorrência

 

O negócio estava a correr muito bem, havia muitos clientes e sempre muito dinheiro. De manhã cedo no dia 7 de Outubro, pelas 7h o rapaz chega á loja para a abrir e repara que estão a abrir uma nova loja com muitas roupas novas e viu que estava prestes a ter concorrência. Abriu a loja mas passado algum tempo ainda estava tudo ás moscas, porque estavam todos na inauguração da nova loja. Furioso começou por tentar ter ideias para voltar a ter clientes, mas não lhe ocorreu nenhuma ideia. Encerrou a loja para almoço. Na parte da tarde quando o chinês chegou á loja estava uma revolução á porta, por causa da reacção do chinês com o senhor Joaquim. Levou com imensos tomates podres e farinha por isso teve que voltar para casa… Quando já lá estava, informou os seus tios do que se tinha passado e disse que não voltava para lá mais. Os tios aceitaram a sua decisão e encerraram a loja para sempre. Assim a outra loja, cujo seu nome era Mango, já era muito famosa e tinha muitos clientes internacionais.

 

 

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