Thursday, May 17, 2007

A Hora Do Adeus

Era uma vez uma família muito pobrezinha, mas muito reunida que dizia que nunca se iriam separar. Eram 15 pessoas. 13 filhos, o pai e a mãe. Eram pobrezinhos mas muito felizes. Até que chegou um dia em que a filha mais velha casou e saiu de casa com 30 anos. O pai ficou muito chateado, mas a mãe dizia que os outros filhos iam ficar todos com eles até morrerem. Passado 5 anos, os outros filhos saíram de casa também e os pais não achavam piada nenhuma porque eles tinham prometido ficarem juntos para sempre. Despediram-se dos pais e foi o grande momento da hora do adeus. Os seus pais ficaram muito tristes e então como estavam sozinhos decidiram fazer um festa para idosos, e descobriram que não precisavam dos filhos para nada.
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O meu pai é astronauta

 

Era uma vez um menino chamado Celso que andava na escola Martins Faria. Quando chegou a casa foi para o seu quarto e começou-se a lembrar de quando conheceu Cristiano, o seu melhor amigo. Estava a caminho para casa quando Cristiano correu atrás dele e foi com ele para casa. A meio do caminho Cristiano perguntou o que o pai do seu amigo fazia. Celso desviou a conversa e fez a mesma pergunta a Cristiano. O menino respondeu que o seu pai era agente secreto e o outro rapaz que o seu pai era astronauta. Cristiano queria conhecer o pai de Celso e combinaram para o outro dia. Celso andava desesperado pelos cantos da casa, falou com o avô mas ele não o ajudou, com a sua mãe mas mandou-lhe ir dar uma curva, até que confessou ao seu pai que tinha mentido e o pai explicou-lhe que ser vendedor de tapetes não era vergonha que era uma profissão como outra qualquer.

 

No dia seguinte, quando acabaram as aulas Celso tentou fugir, mas o amigo perguntou o que se passava e o amigo respondeu que não lhe tinha dito a verdade. O amigo descontente com isso, respondeu que também não tinha dito a verdade e que o seu pai era vendedor de bolos. Celso disse que o seu pai era um simples vendedor de tapetes, e amigo disse que isso não era vergonha nenhuma. Fora  para casa do menino e brincaram, brincaram e continuavam brincando ainda mais sem nenhuma vergonha do trabalho dos seus pais.

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Thursday, May 10, 2007

Querida Mãe:

    És a melhor mãe do mundo, sei que ás vezes me porto mal, e faço asneiras mas não é por mal. És a melhor mãe do mundo e não há nenhuma mãe igual, querida, carinhosa, linda, alegre, e muito divertida…

 

Quero-te pedir muitas desculpas por algumas birras minhas e também quando não te obedeço. Sei que em ti posso confiar e contar tudo sobre mim. Já agora queria pedir-te uma coisa: Quando for mãe gostava de ser como tu, uma boa mãe em quem se pode confiar. É por isso que te dedico estes poemas:

 

 

 

                           Mãe:

 

                           És como uma rosa;

 

                           És como uma flor;

 

                           És como uma mãe que tem para dar muito amor.

 

 

                                

 

                A minha vida é feliz, ainda bem que te tenho para mim.

 

                Sem ti não estaria, hoje aqui a escrever isto para ti.

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