Thursday, February 28, 2008

Queimada Viva

Chamava-se Souad, era uma menina nova e muito humilde. Vivia na Cisjordânia, numa aldeia onde as mulheres eram discriminadas, maltratadas, onde não podiam andar sozinhas nas ruas, nem se maquilhar. Cada uma, tinha que esperar que a irmã mais velha casasse para poder casar. Se alguma se atrevesse a perder a virgindade antes de casar, era morta. Souad estava apaixonada, mas tinha que esperar pela irmã mais velha para casar. Naquela aldeia, os noivos, em troca das raparigas tinham que dar ouro aos pais da noiva para se casarem. Era um inferno maior, cada dia que passava. Um dia, Souad envolveu – se com o rapaz de quem tanto gostava, porque ele lhe prometera casamento. Souad engravidou, os pais dela descobriram e pediram ao genro para a queimar viva. Um dia em que Souad estava em casa, o genro apareceu e tentou queimá-la, encheu-a de gasolina e acendeu um fósforo atirando-o para cima dela. A rapariga fugiu e uma amiga ajudou-a. Passado algum tempo Souad encontrava-se num hospital com dores horríveis e um cheiro imundo a queimado. Em volta dela estavam algumas enfermeiras a cuidar dela, Souad queria morrer para não ter que sofrer aquilo tudo. A amiga que a ajudou e levou para o hospital aparecera antes de anoitecer para visitar a rapariga e dizer-lhe que não sabiam nada do pai do seu filho. Mudando de assunto a amiga de Souad fez lhe uma proposta de ir para Londres e começar uma vida nova longe daquela aldeia miserável e assustadora. Souad aceitou e disse que não via a hora feliz, sem medo de viver a vida e com muito amor para dar á sua família. de sair dali. Passaram alguns meses até a rapariga se ir embora. Finalmente no dia em que isso acontecera Souad decidiu que não queria mais pensar naqueles anos de terror. Já em Londres, ela foi levada pela amiga para casa de uns senhores que passaram a ser os pais adoptivos de Souad e de seu filho. Souad decidiu que queria que os seus pais adoptivos ficassem com seu filho, porque a rapariga que agora já era mulher, casada e com 2 filhas queria deixar tudo para trás das costas e dedicar-se á sua família. Mas, certo dia a mulher queria conhecer o seu filho que nunca viu crescer e marcou um encontro entre os 2 mas, ela não sabia como ter uma conversa como o filho que há alguns anos tinha deixado com outra família. Falou com ele e explicou – lhe as razões que a levaram a deixá- lo, o filho compreendeu que aqueles anos não deviam ter sido fáceis e perdoou-a. Souad ficou muito feliz e passou a ter uma vida que sempre sonhou ter. Chamava-se Souad, era uma menina nova e muito humilde. Vivia na Cisjordânia, numa aldeia onde as mulheres eram discriminadas, maltratadas, onde não podiam andar sozinhas nas ruas, nem se maquilhar. Cada uma, tinha que esperar que a irmã mais velha casasse para poder casar. Se alguma se atrevesse a perder a virgindade antes de casar, era morta. Souad estava apaixonada, mas tinha que esperar pela irmã mais velha para casar. Naquela aldeia, os noivos, em troca das raparigas tinham que dar ouro aos pais da noiva para se casarem. Era um inferno maior, cada dia que passava. Um dia, Souad envolveu – se com o rapaz de quem tanto gostava, porque ele lhe prometera casamento. Souad engravidou, os pais dela descobriram e pediram ao genro para a queimar viva. Um dia em que Souad estava em casa, o genro apareceu e tentou queimá-la, encheu-a de gasolina e acendeu um fósforo atirando-o para cima dela. A rapariga fugiu e uma amiga ajudou-a. Passado algum tempo Souad encontrava-se num hospital com dores horríveis e um cheiro imundo a queimado. Em volta dela estavam algumas enfermeiras a cuidar dela, Souad queria morrer para não ter que sofrer aquilo tudo. A amiga que a ajudou e levou para o hospital aparecera antes de anoitecer para visitar a rapariga e dizer-lhe que não sabiam nada do pai do seu filho. Mudando de assunto a amiga de Souad fez lhe uma proposta de ir para Londres e começar uma vida nova longe daquela aldeia miserável e assustadora. Souad aceitou e disse que não via a hora feliz, sem medo de viver a vida e com muito amor para dar á sua família. de sair dali. Passaram alguns meses até a rapariga se ir embora. Finalmente no dia em que isso acontecera Souad decidiu que não queria mais pensar naqueles anos de terror. Já em Londres, ela foi levada pela amiga para casa de uns senhores que passaram a ser os pais adoptivos de Souad e de seu filho. Souad decidiu que queria que os seus pais adoptivos ficassem com seu filho, porque a rapariga que agora já era mulher, casada e com 2 filhas queria deixar tudo para trás das costas e dedicar-se á sua família. Mas, certo dia a mulher queria conhecer o seu filho que nunca viu crescer e marcou um encontro entre os 2 mas, ela não sabia como ter uma conversa como o filho que há alguns anos tinha deixado com outra família. Falou com ele e explicou – lhe as razões que a levaram a deixá- lo, o filho compreendeu que aqueles anos não deviam ter sido fáceis e perdoou-a. Souad ficou muito feliz e passou a ter uma vida que sempre sonhou ter.
Posted by cadela at 16:48:05
Comments

One Response to “Queimada Viva”

  1. viviana says:

    muito interessante este livro.. pois retrata realidades que ainda hoje existem.. gostva muito de conhecer a autora que passouisto tudo… e tambem autora do livtro..

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