Thursday, October 11, 2007

Textos publicitários

Textos Publicitários Existem 2 publicidades: publicidade comercial Publicidade institucional A publicidade enquanto arte de seduzir e de convencer tem por objectivo: promover a venda de produtos ou serviços (publicidade comercial) Divulgar ideias (publicidade institucional) Publicidade comercial Constituída por: Texto argumentativo Texto icónico Publicidade institucional Constituída por: Texto argumentativo Texto icónico

 

 

Texto icónico – imagem – Deve captar, num primeiro momento, o olhar do consumidor, pelo estímulo visual (cor, recorte, elemento que a compõe, arranjo gráfico, diferentes tipos de caracteres…)

 

 

Texto linguístico – slogan Deve ser uma frase ou expressão original fácil de reter na memória.

 

 

Símbolo de marca ou instituição

 

 

 

Um anúncio bem elaborado deve, ainda, obedecer aos seguintes aspectos:

 

 

 

Atenção – captar a atenção

 

Interesse – despertar interesse

 

Desejo – provocar desejo

 

Memorização – permitir fixar o anúncio

 

Acção – levar a aquisição                                

 

 

 

 

           AIDMA

 

                                                                   

 

                              

 

                                                                                         

 

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Thursday, October 4, 2007

Doçura na compota

                                        DOÇURA NA COMPOTA

 

 

 

Anita fazia umas compotas com sabores muito agradáveis. Ninguém se queixava do seu sabor, aliás, compravam mais, mais e ainda mais e empanturravam-se com elas. As crianças estavam sempre a pedir aos pais para comprarem compota para porem no pai e levarem para lanchar na

 

Escola. Algumas pessoas diziam que a fruta que Anita usava que era mágica, porque não havia fruta como a dela, ora nem muito doce, ora nem muito azeda. Todos os dias faziam compotas com sabor diferente, uva, melão, banana, pêssego, framboesa…Tinha muitos clientes e os turistas eram os que compravam mais porque era para levarem para as suas famílias e outros parentes.

 

A menina já estava cansada de tanto trabalho, pois não podia fazer tudo sozinha. Num dia que estava á porta e muito cansada, uma velhinha sentou-se ao pé da menina e deu-lhe uma sugestão que era ela poupar dinheiro do seu negócio e ter uma fábrica, contratar pessoas e fazerem cada vez mais compotas de muitas variedades. Ela achou boa ideia, cada dia tinha numa caixa mais dinheiro e no pouco tempo de 1 mês já tinha o dinheiro necessário para tudo. Tratou de tudo. Não demorou muito tempo até Anita ficar rica, ele estava muito feliz, tinha tudo o que necessitava para estar contente e bem na vida…

 

 

 

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Monday, September 3, 2007

O Bando dos Quatro

 

 

 

            Tudo começa quando estavam a fazer um piquenique na praia dos Rosmaninhos, com fogueiras, musicas e outras coisas…Estavam sempre a correr para o mar no intervalo de duas bifanas e depois começaram a jogar à bola até o Frederico reparou que estavam duas luzinhas no pinhal. Decidiram ir ver o que era mas lembraram-se que estavam descalços e apareceram mais luzes. Estavam todos a fazer pouco barulho quando o Frederico calcou um pau no outro dia e regressaram à praia. Quando começaram a pisar a areia decidiram contar ao tio João mas ele disse que eram alucinações deles.

            Passaram dois dias e quase se tinham esquecido do mistério, mas quando começaram a aparecer noticias sobre uma guerra entre Kirai e a Estralândia, o bando decidiu investigar aquele caso e voltaram ao pinhal à noite com lanternas.

Chegando ao pinhal o Carlos disse para fazerem pouco barulho, mas eles já sabiam que o tinham de fazer pelo que aconteceu no outro dia.

De repente repararam que as lanternas já não iluminavam e o Carlos disse que não podia ser das pilhas nas duas lanternas.

De repente entre as nuvens apareceu o Toni que era um amigo extraterrestre deles, mas só o Carlos se lembrava dele. Toni disse-lhes que deveriam ter cuidado por andar pelo pinhal e que vinha numa missão, pediu que não contassem a ninguém e assim o fizeram. No dia da festa do Sarau quase no fim o bando dos quatro voltou ao pinhal mas não encontraram nada.

            No dia seguinte foram ao museu e ao passarem pelo corredor avistaram um armário com pratos partidos e um tubo com tubinhos que de repente começou a brilhar, Carlos chamou pelo resto do grupo e ficaram espantados a olhar para aquilo mas passaram três segundos e o cubo voltou ao normal.

À tarde foram falar com o tio João para casa dele e a seguir iam para a praia. Quando lá chegaram deram muitos banhos e estavam a jogar à bola quando o Álvaro chutou a bola para um senhor que ali estava e a Catarina foi pedir desculpa. O senhor sorriu mas quando apareceram dois homens, pareciam estrangeiros e vinham com um ar furioso, o outro senhor começou a fugir e o bando dos quatro foi atrás, os outros dois também mas o bando andava a correr por volta deles e acabaram por desistir. O bando nunca mais viu o outro senhor… voltaram para casa…

            No dia seguinte eles contaram tudo ao tio João, sobre o Toni, o objecto brilhante e o senhor, mas o tio João disse que estavam com alucinações.

Passando uns dias, o bando dos quatro voltou ao pinhal e perto da casa da Dna Rosa repararam que ela estava à janela com um ar muito suspeito e avistaram um desconhecido lá em casa. A Catarina e o Carlos subiram acima de uma árvore e começaram a espreitar até que o Sr. Os viu. Dna Rosa mandou-os ir para dentro e começaram a falar até que apareceram uns vultos que andavam no pinhal e ameaçaram-nos. O Sr.que estava lá era o professor Kleber. Passando pouco tempo chegando os agentes e resolveram tudo. Lá fora estava o tio João à espera. No segunda festa do sarou o Toni apareceu e ele despediu-se do bando dos quatro mas eles ficaram tristes e voltaram para dentro.    

                

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Wednesday, August 29, 2007

Amor eterno

 

 

 

Era um dia de Verão e a Marta passeava por Lisboa e enquanto jogava às cartas com a sua melhor amiga Paula, observava um menino mais velho do que ela dois anos a jogar à bola. O menino reparava que Marta olhava para ele mas fingiu não ver e lentamente ia-se aproximando da menina, ate que chocou com ela.

A menina sentiu-se muito contente porque depois acabaram por se conhecer, ele chamava-se Pedro e ela já sabem é Marta. Já estava a ficar tarde e Marta tinha de ir para casa, Pedro acompanhou-a e depois despediram-se com um beijo intenso na boca, o menino envergonhado fugiu e não apareceu mais durante um ano, Marta andava sempre triste até que um dia Pedro bateu à porta de casa de Marta e fez uma declaração de amor muito bonita que Marta chorou de emoção e abraçou-o intensamente. Começaram a namorar logo no dia durante quatro anos, Marta amava-o muito e prometeu nunca o deixar de fazer.

            Foram felizes durante muito tempo até que Pedro voltou a fugir e nunca mais apareceu, Marta nunca o perdoou mas continuava a ama-lo muito.

 

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Thursday, May 17, 2007

A Hora Do Adeus

Era uma vez uma família muito pobrezinha, mas muito reunida que dizia que nunca se iriam separar. Eram 15 pessoas. 13 filhos, o pai e a mãe. Eram pobrezinhos mas muito felizes. Até que chegou um dia em que a filha mais velha casou e saiu de casa com 30 anos. O pai ficou muito chateado, mas a mãe dizia que os outros filhos iam ficar todos com eles até morrerem. Passado 5 anos, os outros filhos saíram de casa também e os pais não achavam piada nenhuma porque eles tinham prometido ficarem juntos para sempre. Despediram-se dos pais e foi o grande momento da hora do adeus. Os seus pais ficaram muito tristes e então como estavam sozinhos decidiram fazer um festa para idosos, e descobriram que não precisavam dos filhos para nada.
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O meu pai é astronauta

 

Era uma vez um menino chamado Celso que andava na escola Martins Faria. Quando chegou a casa foi para o seu quarto e começou-se a lembrar de quando conheceu Cristiano, o seu melhor amigo. Estava a caminho para casa quando Cristiano correu atrás dele e foi com ele para casa. A meio do caminho Cristiano perguntou o que o pai do seu amigo fazia. Celso desviou a conversa e fez a mesma pergunta a Cristiano. O menino respondeu que o seu pai era agente secreto e o outro rapaz que o seu pai era astronauta. Cristiano queria conhecer o pai de Celso e combinaram para o outro dia. Celso andava desesperado pelos cantos da casa, falou com o avô mas ele não o ajudou, com a sua mãe mas mandou-lhe ir dar uma curva, até que confessou ao seu pai que tinha mentido e o pai explicou-lhe que ser vendedor de tapetes não era vergonha que era uma profissão como outra qualquer.

 

No dia seguinte, quando acabaram as aulas Celso tentou fugir, mas o amigo perguntou o que se passava e o amigo respondeu que não lhe tinha dito a verdade. O amigo descontente com isso, respondeu que também não tinha dito a verdade e que o seu pai era vendedor de bolos. Celso disse que o seu pai era um simples vendedor de tapetes, e amigo disse que isso não era vergonha nenhuma. Fora  para casa do menino e brincaram, brincaram e continuavam brincando ainda mais sem nenhuma vergonha do trabalho dos seus pais.

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Thursday, May 10, 2007

Querida Mãe:

    És a melhor mãe do mundo, sei que ás vezes me porto mal, e faço asneiras mas não é por mal. És a melhor mãe do mundo e não há nenhuma mãe igual, querida, carinhosa, linda, alegre, e muito divertida…

 

Quero-te pedir muitas desculpas por algumas birras minhas e também quando não te obedeço. Sei que em ti posso confiar e contar tudo sobre mim. Já agora queria pedir-te uma coisa: Quando for mãe gostava de ser como tu, uma boa mãe em quem se pode confiar. É por isso que te dedico estes poemas:

 

 

 

                           Mãe:

 

                           És como uma rosa;

 

                           És como uma flor;

 

                           És como uma mãe que tem para dar muito amor.

 

 

                                

 

                A minha vida é feliz, ainda bem que te tenho para mim.

 

                Sem ti não estaria, hoje aqui a escrever isto para ti.

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Thursday, April 26, 2007

CIVILIZAÇÃO

 

 

 

Eu tenho um amigo chamado Jacinto. Ele nunca sofreu mas anda sempre aborrecido. Na sua biblioteca com muitos livros que são obras essenciais da inteligência. Ele tinha uma mesa onde havia de tudo, tesouras, aguças… Tinha sempre á mão trinta e cinco dicionários e enciclopédias. Ele tinha muitos aparelhos. Tinha um gravador que tinha a exclamação de um político. Um dia quis mostrar a invenção mas não se ajeitava com o aparelho e repetia sempre o mesmo. Era agradável a sala de jantar, havia copos de cores…

 

As comidas eram requintadas e boas, tão saborosas… Como era amigo íntimo do Jacinto podia ir ao quarto dele e á casa de banho porque uma vez a torneira esguichou água quente para a cara dele. Mas apesar disso o amigo suspirava. Foi numa Primavera que Jacinto resolveu ir até ao solar de Torges. Era uma casa na serra. Preparou a casa durante 7 semanas, com camas, móveis … Depois partiu com 37 malas. A viagem era longa e precisavam de saltar para o outro comboio. Ao fim de 1 hora chegaram á estação onde o procurador esperava com cavalos. Todos os bens estavam encalhados. Arranjaram-lhes uma égua, cão, rapaz e um burro para os levar. Mas a beleza da serra que iam descobrindo esqueciam os males. Quando chegaram correu o caseiro Zé Brás que não esperava pela sua excelência. Os caixotes estavam cheios de colchões de penas e de produtos. Subiram á varanda onde tinham cravos e entraram em casa. Na última divisão largaram tudo o que restava. Foram ver a cozinha, onde muitas mulheres cozinhavam. Esperavam pela ceia numa sala escura, na mesa de pinho onde tinham posto uma toalha, ao lado de pratos amarelados estavam colheres de pau e garfos. Zé Brás trouxe-lhes a comida, depois de jantar foram á janela contemplar o céu, cheio de estrelas. O amigo 319 tratados de astronomia na sua biblioteca. No alto monte, todas as estrelas olham de perto para eles. Quando foram dormir repararam que não tinham roupa para dormir. Habituado a adormecer a ler começou a ler um jornal. No dia seguinte, partiram para casa do tio. A casa levara um arranjo, o chão foi lavado e as paredes também. Jacinto em Torges encontrava paz e simplicidade.

 

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FREI GENEBRO

Era uma vez um homem que era muito pobre, andava descalço e roto mas ajudava os necessitados, alegrava os tristes e queria sempre não comer para não ser guloso. Houve uma vez que decidiu fazer uma viagem e partiu. Estava a andar quando encontrou um lago e foi beber água e por os pés de molho. Pelo caminho encontrou um pastor e perguntou para ele mesmo guardaria um rebanho. Depois ouviu os porcos a fazer barulho que corriam atrás das mães. Andando mais um pouco estando perto de casa do amigo disse que não podia levantar-se porque estava doente e o Frei Genebra perguntou se ele precisava de alguma coisa. O outro queria comer e pediu para o senhor dar-lhe de comer. Mas se calhar era pecado… qual pecado, qual quê dizia o Frei Genebra. Foi buscar um porco dos pequenos e cortou-lhe a perna e fugiu como era bom cozinheiro foi assá-lo. Ia dizendo que o porco estava bom para lhe abrir o apetite, até ele queria dar uma trinca mas resistiu. Depois começou a percorrer o caminho outra vez, ouviu o pastor a ralhar por causa do porco e fugiu dali. Com os anos ouvia-se falar sobre o homem, muito bem, era conhecido pelas suas maravilhas. Ajudava todos. Um dia os homens queriam fazer uma homenagem ao Frei Genebra e ele não a vaidade. Mas como ninguém dura para chegou a hora dele. Passado algum tempo morreu. Tinha o prato das coisas boas e más, tudo o que o Frei Genebra fez de bom caiu lá e nada de mau, era por causa do porquinho. Então Deus deixou cair a alma do santo na escuridão do purgatório.
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Thursday, February 15, 2007

        Oliver Twist
  

    Era  uma vez um menino que era muito maltratado por um senhor maldoso e muito ambicioso. Como ele já não aguentava mais decidiu fugir daquele sítio que lhe fazia lembrar os seus pais. Decidiu fugir para Londres e nunca mais voltar. Caminhou durante muito tempo por campos e cidades, percorreu caminhos e muitos atalhos.

    Quando chegou a Londres encontrou uns amigos que o ajudaram, mas passado algum tempo traíram-no, e passado mais algum tempo encontrou outros senhores que o acolheram e trataram-no como se fosse um rei, mas houve um senhor que os separou e ele nunca mais foi feliz.

                           FIM    

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